Stargirl é uma das séries da DC que veio surpreendendo no ano passado e acabou de ter a sua segunda temporada finalizada. A CW assumiu a série após a extinção do streaming DC Universe e até então o show não tinha chegado no Brasil. Com o lançamento do HBO Max no Brasil, a nova temporada saiu neste ano e ela  teve um lançamento de episódios quase que simultaneamente por meio do HBO Max, que 2 dias após o lançamento dos episódios já disponibilizava na sua plataforma. 

Esta temporada teve um começo bem arrastado, porém o seu final veio de uma maneira bem surpreendente, com personagens que não esperávamos aparecer e um vilão que soube bem como trabalhar o lado dos personagens. Neste novo ano assumido pela CW, eu percebi foi a diferença entre uma temporada e outra esteticamente, teve vários episódios que o cajado não brilhava, pois aqui entrava o problema de orçamento que diminuiu por conta da nova produtora da série.

Mesmo assim eu adorei muitas coisas, como a introdução de novos personagens e a exploração na era de ouro com a antiga Sociedade da Justiça foi dizimada. Tivemos boas cenas com o jovem Pat Dugan sendo o jovem Listrado e boas aparições do Johnny Trovoada e o Relâmpago,  que na minha opinião é um personagem bem legal e característico da Sociedade da Justiça. Ele merecia uma aparição, fora ainda que tivemos boas cenas com o Pantera original, dando a sensação que EU estava lendo a HQ da SJA.

Outros bons momentos tivemos a aparição da nova lanterna Verde, que é a filha do Allan Scott, e nós trechos de 10 anos atrás vimos John Wesley Shipp revivendo seu papel de Jay Garrick com a Sociedade da Justiça. Outro personagem que ficou bem colocado na série foi o Sombra, vilão clássico do Flash Joel Ciclone/Jay Garrick. Particularmente eu achei a atuação e os efeitos especiais do vilão foram bem colocados e ele mereceria uma série ou um arco somente dele. Solomon Grundy também teve sua aparição e o que fizeram com o personagem ficou bem colocado.

Meus pontos fracos para a 2ª temporada série são para a total falta de ação que ela teve em um todo. Com episódios arrastados no estilo da CW, era perceptível alguns momentos só com diálogos para economizar com efeitos visuais, o que nos leva a pensar o porque do Eclipso ter sido escolhido como um vilão que explorou o psicológico dos heróis nessa segunda temporada. Pois em vários episódios ele faz de tudo para acabar com a nova Sociedade da Justiça,  como redobrar o peso da morte do Brainwave na cabeça da Yolanda, fez o Rick bater no tio dele fazendo o acreditar que era o Grundy e tentou mexer no psicológico da Beth usando a separação de seus pais usando o racismo em cima dela com o intuito de que as sombras dominassem o coração da Courtney e ele usasse o seu cajado de heroína para destruir o mundo.

No geral, a série ainda está boa tanto que o final da série deixou um ganho para que nós queremos saber o que vai acontecer com essa galera, e quem quiser acompanhar ela está completa e dublada no HBO Max. 

 Nota: 4/5

Sinopse:

A série DC’s Stargirl segue Courtney Whitmore,
uma estudante do segundo ano do ensino médio, e seu padrasto Pat Dugan enquanto
ela lidera um grupo improvável de jovens heróis que devem assumir o legado da
primeira equipe de super-heróis da DC, a Sociedade da Justiça da América.
Na emocionante segunda temporada, Courtney e seus amigos enfrentam um dos
adversários mais assustadores da mitologia DC – a entidade da corrupção
conhecida como Eclipso.

Trailer:






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